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Filho de Tiee brilha no MMA amador e já projeta estreia no profissional
Foto: Reprodução

 Pedro “Patuk” Oliveira, 21 anos de idade, aprendeu a andar entre dois mundos. Enquanto o pai, o cantor, compositor e faixa-preta Tiee, escrevia e cantava sambas e pagodes, o filho crescia em outra cadência - do quimono riscando o tatame, da contagem dos rounds. “Minhas primeiras lembranças já são fazendo jiu-jítsu. Cresci em cima do tatame, influenciado pelo meu pai”, conta o jovem lutador de Niterói.

 

Hoje Patuk afia suas armas na equipe Mezenga Thai/Benito Macapá. O resultado dessa rotina já apareceu: duas lutas amadoras, duas vitórias, sendo uma por nocaute e outra por finalização. “Nossa equipe é muito promissora, tem muitos bons atletas com menos de 25 anos de idade, ou seja, com um caminho a trilhar. E eu sou muito conectado a meus parceiros de treinos. Sem falar que o Mezenga nos eleva ao nosso limite, sem zona de conforto".

 

Além disso, o jovem lutador também já teve experiências de treinos com nomes consagrados, como os atletas do UFC Raoni Barcelos e Rodolfo Vieira, e Davi Ramos, que também teve passagem pelo maior evento de MMA do mundo e se tornou um dos principais representantes do Brasil no maior evento da Rússia.

 

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A conexão com as lutas nasceu dentro de casa. “Meu pai gostava muito de Cain Velasquez, Jon Jones, Fedor, Minotauro… Ele vibrava assistindo Pride, UFC e gritava na frente da televisão. Isso me marcou muito”, lembra Patuk. “Ele sempre dizia que jiu-jítsu de verdade é o que bota para baixo e amassa por cima".

 

O caminho do filho seguiu o mesmo ritmo firme. Do projeto social onde aprendeu jiu-jítsu ainda criança, passou três anos treinando muay thai até chegar ao MMA. “Sempre competi, desde moleque. Nunca tive medo de me desafiar. Competia todo mês, enfrentando os mesmos garotos, e isso me fez evoluir".

 

Hoje, com 1,85m, Patuk atua nas categorias peso-pena (66 kg) e peso leve (70 kg), com o estilo de quem sabe o que faz. “Eu não sou brigador. Eu considero a luta um negócio. Tem gente que trabalha com papel e caneta, eu trabalho com socos e chutes, sangue e suor. Gosto de manter a distância e castigar o adversário até ele se desgastar”, define.

 

A calma que prega no cage vem do controle emocional. “Sou muito tranquilo nesses momentos. A ansiedade só te deixa mais apressado e mais em risco. Eu prefiro controlar e aproveitar.” E o plano é claro: continuar vencendo até chegar aos grandes palcos. “Tenho dois pensamentos: o de agora, que é ganhar a próxima luta, e o de longo prazo, que é fazer três lutas no ano que vem e estrear como profissional. Quero lutar fora, representar o Brasil".

 

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Mas o foco, ele garante, é um só. “Meu objetivo é ser o melhor lutador que eu puder ser. Tenho certeza de que vou chegar. É questão de mentalidade".

 

Fonte:Extra

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