Presidente da Câmara, Hugo Motta, durante sessão que aprovou PEC do Suas
O presidente da Câmara, Hugo Motta, afirmou que a proposta do governo para o fim da escala de trabalho 6x1 pode ser alvo de questionamentos e voltou a defender a tramitação de uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) sobre o tema.
Segundo ele, há dúvidas jurídicas e técnicas em relação ao modelo apresentado pelo governo federal, o que pode gerar insegurança na aplicação da medida. Por isso, Motta reforçou a preferência por uma PEC, que teria mais força legal para alterar regras trabalhistas de forma estrutural.
A discussão ocorre em meio ao avanço do debate no Congresso sobre mudanças na jornada de trabalho. A escala 6x1, comum em setores como comércio e serviços, prevê seis dias consecutivos de trabalho para apenas um de descanso, modelo criticado por movimentos que defendem maior equilíbrio entre vida profissional e pessoal.
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Nos bastidores, a avaliação é de que há disputa entre o formato defendido pelo governo e o caminho via Congresso, com parlamentares buscando maior protagonismo na definição das regras.
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A fala de Motta também sinaliza resistência a uma eventual tramitação acelerada do projeto do Executivo, indicando que o tema deve passar por negociação mais ampla antes de qualquer mudança definitiva na legislação trabalhista.