Planejamento de elenco para próxima temporada já foi iniciado
Antes mesmo da final na Libertadores, o Flamengo já tem esboçado um planejamento para a busca por reforços para 2026. O nome do atacante John Arias, que foi vendido pelo Fluminense ao Wolverhampton, da Inglaterra, está no radar da diretoria, mas não é prioridade, segundo o blog apurou.
O colombiano não se adaptou nos primeiros meses na Premier League e viu o téncico que o levou, o português Vitor Pereira, ser demitido. Mas Arias ainda não negocia um retorno ao Brasil. Sabe-se apenas que quando saiu tinha prometido voltar ao Fluminense.
As posições prioritárias pelo Flamengo já estão definidas dentro do que foi debatido pela diretoria com o técnico Filipe Luís. Inclusive, já há nomes levantados pelo setor de scout para a procura até o fim do ano.
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A ideia é contratar pelo menos um goleiro, um zagueiro pela esquerda e um centroavante com maior mobilidade. Com a ida de Matheus Cunha, reserva de Rossi, para o Cruzeiro, a intenção é trazer um jogador para disputar posição com Rossi. Embora o argentino seja bem avaliado, há desejo por um nome de peso no gol.
Na zaga, a contratação de Danilo, sem custos, só pelo salário, se revelou insuficiente, pois Léo Ortiz e Léo Pereira não puderam contar com reposição para uma sequência, já que o veterano se lesionou muito. Há outros jovens zagueiros no elenco, mas o clube também quer mais um de mais rodagem.
No ataque, onde houve mais investimento, a expectativa é pela chegada de um centroavante de maior mobilidade para disputar posição com Pedro. Juninho, a primeira contratação da atual gestão, não emplacou, e deve ser negociado. Também estão em uma espécie de barca os atacantes Cebolinha e Michael, sem tanto espaço e sofrendo com lesão ao longo de 2025.
Na segunda parte do ano, o Flamengo arrecadou R$ 378,5 milhões com a negociação de jogadores, liderados por Wesley, vendido por R$ 162,2 milhões, e Gerson, por R$ 160,6 milhões. Matheus Gonçalves também gerou receita significativa, com R$ 50,5 milhões, além das vendas de Lorran (R$ 3,1 milhões) e Shola (R$ 2,1 milhões).
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A principal contratação do clube foi o atacante Samuel Lino, que custou R$ 141,5 milhões, tornando-se o jogador mais caro da história do clube. Além de Lino, chegaram Emerson Royal, contratado por R$ 58,7 milhões, Carrascal, por R$ 76,8 milhões, e Saúl, que chegou sem custos, todos no segundo semestre. O investimento total a partir do meio do ano foi de 43 milhões de euros (R$ 278 milhões), sem contar luvas e custos de intermediação.
Fonte: O Globo