Clube reclama de pênalti não marcado, gol anulado por impedimento milimétrico e critica decisões do VAR.
O Flamengo voltou a demonstrar insatisfação com a arbitragem do Campeonato Brasileiro após o empate por 1 a 1 diante do São Paulo, na noite desta segunda-feira (27). Em nota e por meio de declarações do diretor de futebol José Boto, o clube contestou decisões tomadas durante a partida e afirmou que faltou critério na condução do jogo.
A principal reclamação rubro-negra foi em relação a um suposto pênalti não marcado no segundo tempo. No lance, o volante Marcos Antônio, do São Paulo, tocou na bola com o braço dentro da área durante uma disputa com Arrascaeta. O árbitro Anderson Daronco mandou o jogo seguir e, mesmo consultando o VAR, não foi chamado para revisar a jogada.
Para José Boto, houve infração clara.
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Segundo o dirigente, o defensor utilizou o braço para obter vantagem na disputa da bola, mesmo que o membro estivesse próximo ao corpo, o que, na avaliação do Flamengo, justificaria a marcação da penalidade.
Outra decisão que gerou forte protesto foi a anulação do segundo gol rubro-negro, marcado por Samuel Lino nos minutos finais da partida. O lance foi invalidado pelo sistema de impedimento semiautomático, que apontou posição irregular de Wallace Yan por uma diferença mínima.
José Boto também questionou a precisão da tecnologia utilizada, afirmando que não é possível identificar com clareza o exato momento em que o passe foi realizado para o traçado das linhas de impedimento.
Apesar das críticas, o diretor ressaltou que o problema não está na qualidade dos árbitros, mas na falta de uniformidade nas decisões tomadas ao longo da competição.
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Com o empate, o Flamengo chegou aos 38 pontos e permaneceu na segunda colocação da Série A do Campeonato Brasileiro, desperdiçando a oportunidade de diminuir a diferença para o líder Palmeiras. O clube espera que os episódios sirvam para ampliar o debate sobre a arbitragem e o uso do VAR no futebol brasileiro.