Senador fez um tour pelos EUA e encontrou autoridades norte-americanas depois da crise na pré-campanha causada pelo caso Dark Horse
O senador Flávio Bolsonaro desembarcou em Brasília nesta quinta-feira após cumprir agenda política nos Estados Unidos, onde participou de reuniões com autoridades americanas e aliados conservadores, incluindo um encontro reservado com o presidente Donald Trump na Casa Branca.
Flávio foi recebido no aeroporto Juscelino Kubitschek por parlamentares aliados e apoiadores, entre eles os senadores Izalci Lucas e Wilder Morais, além de deputados ligados ao bolsonarismo. Ao deixar o desembarque, o senador foi cercado por apoiadores e evitou comentar detalhes da viagem.
Segundo Flávio, durante a conversa com Trump foram discutidos temas ligados à segurança pública, economia, tarifas comerciais e articulação entre lideranças conservadoras.
Veja também

Senadora que foi adversária de Lula em 2022 declara apoio à reeleição do petista
Sikêra Jr. surpreende ao aparecer em propaganda partidária para o Senado. VEJA VÍDEO
O senador afirmou ainda ter tratado da possibilidade de os Estados Unidos classificarem facções criminosas brasileiras, como PCC e Comando Vermelho, como organizações terroristas.
Além da pauta de segurança, Flávio disse que também abordou investimentos estratégicos, terras raras e relações comerciais entre Brasil e Estados Unidos. Ele afirmou que pretende fortalecer a relação bilateral caso dispute e vença a eleição presidencial de 2026.
A viagem ocorre em meio a uma tentativa de reforçar sua projeção internacional e recuperar espaço político após desgastes recentes envolvendo o chamado caso “Dark Horse”, citado por adversários durante a pré-campanha.
Durante a passagem pelos EUA, Flávio também participou de reuniões com empresários, representantes ligados ao Partido Republicano e integrantes do movimento conservador americano. Entre os encontros, esteve uma reunião com o secretário de Estado Marco Rubio.
Curtiu? Siga o PORTAL DO ZACARIAS no Facebook, Twitter e no Instagram.
Entre no nosso Grupo de WhatApp, Canal e Telegram
Nos bastidores, aliados avaliam que a agenda internacional busca fortalecer a imagem do senador como principal nome da direita para a disputa presidencial de 2026.