O Supremo Tribunal Federal (STF) retirou, na sexta-feira (11/9) o sigilo de parte das investigações do caso Master e do Dark Horse
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) comemorou a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) de retirar o sigilo de parte dos documentos relacionados ao caso Banco Master e à investigação sobre o filme Dark Horse. A medida foi adotada pelo ministro André Mendonça após pedidos para ampliar o acesso às informações do processo.
Flávio, que é investigado no inquérito relacionado ao financiamento de Dark Horse, afirmou que o fim do sigilo permitirá que os fatos sejam conhecidos. O parlamentar sustenta que não há irregularidades em sua atuação e defende que as informações do caso sejam disponibilizadas publicamente.
Na mesma manifestação, Flávio pediu que seja adotado procedimento semelhante em relação às investigações sobre suspeitas de fraudes no Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). O senador citou especificamente o inquérito que envolve Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, e defendeu a divulgação dos documentos.
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A retirada do sigilo do caso Master, porém, ocorreu em meio a uma disputa dentro do próprio STF sobre a extensão da divulgação. A Procuradoria-Geral da República afirmou que documentos de 18 ações ainda permaneciam sob sigilo, enquanto Mendonça sustentou que havia liberado os documentos que estavam disponíveis para divulgação.
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O caso envolve diferentes investigações e autoridades, e parte dos documentos continua sujeita a restrições relacionadas a diligências em andamento. O STF marcou para 15 de setembro uma sessão extraordinária para analisar desdobramentos relacionados ao caso Master e às decisões tomadas durante a condução das investigações.
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