A negativa do argentino Gabriel Milito foi um banho de água frio nas pretensões do presidente do Fluminense, Mário Bittencourt. O técnico que em 2024 levou o Atlético-MG aos vices das Copas do Brasil e Libertadores tem o perfil desenhado pela cúpula do futebol tricolor e as conversas iniciais encheram o dirigente de confiança.
Na terceira reunião entre as partes, Milito informou que não poderia aceitar o acordo. Sem opções, em ano eleitoral, Mário reviu convicções e fechou com Renato Gaúcho.
Não há convicção nenhuma no trabalho de Renato Gaúcho. Zero! Mas há enorme esperança no carisma e na positividade que ele carrega na bagagem. E Mário Bittencourt tem disso: é intuitivo, corajoso e apegado ao tal DNA tricolor. Por vezes, se dá bem. Noutras, nem tanto.
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Mas não se furta apostar. E a sétima passagem do “homem do título do gol de barriga” na direção do time. O cartola quis estar alinhado com a torcida que dividia preferência entre Renato e Fernando Diniz.
Diniz acha cedo para um retorno ao Fluminense. E Renato, que tem a fama de “treinador copeiro”, terá três torneios para comprovar tal vocação — Copa do Brasil, Sul-Americana e Mundial de Clubes.
Fora o Campeonato Brasileiro, onde o objetivo é estar no G6. Há elenco para isso? Racionalmente, as peças disponíveis ainda não fomentam grandes expectativas. Mais uma razão para a aposta em Renato. Os tricolores de dentro e fora do clube creem no magnetismo transformador de Renato, como ele, por vezes, fez no Grêmio.
Mário Bittencourt era contra o retorno de Renato Gaúcho por achá-lo identificado com Celso Barros, ex-parceiro do clube e hoje seu desafeto político. Nada, porém, que a necessidade de ambos e a boa conversa não pudessem ajustar.
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Renato Gaúcho está de novo próximo de sua praia e Mário Bittencourt tem outra vez um talismã para ajudá-lo no fortalecimento da ideia da SAF tricolor. Com ele, Mário Bittencourt na função de CEO — é claro!
Fonte:Extra