Entre abril de 2025 e maio de 2026, a investigada fez 386 transações suspeitas em nome das empresas que trabalhava
Uma funcionária de 26 anos foi presa nesta quinta-feira (27), em Salvador, na Bahia, suspeita de participar de um esquema que teria desviado mais de R$ 2,9 milhões de cinco empresas. Segundo as investigações, o dinheiro era transferido por meio de Pix para contas bancárias da mãe e do companheiro da suspeita.
A mulher trabalhava na área financeira de empresas dos setores de construção civil e incorporação imobiliária. De acordo com a investigação, ela teria manipulado ordens bancárias e utilizado os nomes verdadeiros de fornecedores para esconder os reais destinatários dos pagamentos.
Para conseguir autorização dos empresários, a suspeita teria criado situações de urgência e alegado que os pagamentos precisavam ser realizados rapidamente para evitar multas ou outros prejuízos. Dessa forma, conseguia aprovação para as transferências sem levantar suspeitas.
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Entre abril de 2025 e maio de 2026, foram identificadas 386 transações consideradas suspeitas. O prejuízo calculado pela polícia chega a R$ 2,9 milhões. Durante a operação, também foram apreendidos celulares, cartões bancários, equipamentos eletrônicos e dois veículos.
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A prisão ocorreu durante a Operação Fluxo Oculto, deflagrada pela Polícia Civil da Bahia para investigar o esquema de fraude e lavagem de dinheiro. As autoridades continuam as buscas para identificar outros possíveis envolvidos e descobrir se havia uma estrutura criminosa por trás das movimentações.