Lisboa, Nova York e Londres lideram a lista de destinos bancados pela Câmara
Os gastos da Câmara dos Deputados com viagens aumentaram significativamente no primeiro ano sob a presidência de André Motta (PL-AM), subindo 78% em comparação ao ano anterior. O levantamento revela que despesas com passagens aéreas, hospedagem e diárias de parlamentares e servidores tiveram um salto expressivo, gerando questionamentos sobre prioridades e uso de recursos públicos.
Segundo os dados oficiais, os custos totais com deslocamentos nacionais e internacionais passaram de um valor menor em 2024 para um patamar muito mais alto em 2025, refletindo um movimento de maior atividade parlamentares, mas também destacando o impacto financeiro desse volume de viagens. Parlamentares que mais gastaram foram listados, e a diferença entre os valores de um ano para o outro chamou atenção de especialistas e críticos.
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A defesa dos deputados argumenta que o aumento pode estar ligado ao retorno de atividades presenciais após a pandemia e à necessidade de representação em eventos, audiências e missões oficiais pelo país e no exterior. No entanto, opositores afirmam que os dados indicam descontrole de gastos públicos e pedem maior transparência e critérios mais rigorosos para autorizar deslocamentos custeados pelo orçamento da Câmara.
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O tema vem ganhando espaço nas discussões políticas e na mídia, em meio a debates sobre eficiência da gestão pública e responsabilidade fiscal em um contexto de limitações orçamentárias e demandas por serviços essenciais à população.