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Golpe de R$ 164 milhões: blogueira e marido são presos por fraude bancária
Foto: Reprodução

Segundo a polícia, a dupla integrava uma quadrilha que comprava dados de clientes bancários para aplicar fraudes

Uma operação deflagrada pela Polícia Civil do Estado de Goiás (PCGO) para desarticular uma quadrilha que comprava informações de clientes bancários na dark web para usar em fraudes e aplicar golpes terminou com a prisão de uma influenciadora e do marido dela. Segundo a Polícia Civil, ao todo, o grupo furtou R$ 164 milhões de bancos e outras instituições financeiras.

 

O casal teria causado um prejuízo de, pelo menos, R$ 15 milhões. Eles, que moram no Goiás, foram presos em um apartamento no Rio de Janeiro (RJ) nessa quinta-feira (10/7).


A identidade da criadora de conteúdo, bem como do marido dela, não foi revelada pela polícia.

 

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De acordo com a delegada Bárbara Buttini, à frente da investigação, a influenciadora costumava postar, nas redes sociais, vídeos e fotos ostentando uma vida de luxo.

 

 

A operação cumpriu mandados em Goiás, no Distrito Federal e no Rio de Janeiro, com a participação de 180 policiais.

 

 

Além das prisões, foram cumpridos 43 mandados de busca e apreensão, sendo apreendidos impressoras, notebooks, carros de luxo, dinheiro, drogas, armas e documentos. Ao todo, R$ 112 milhões foram bloqueados.

 

 

O ESQUEMA


Ao longo das investigações, que iniciaram há cerca de um ano e meio, a polícia descobriu que a quadrilha comprava dados bancários, números de cartões e informações confidenciais por meio da dark web. As informações apontam que eles usavam criptomoedas para fazer os negócios.

 

 

A delegada Buttini ressaltou que a polícia usou todos os meios permitidos pela legislação para conseguir destrinchar os casos e chegar às identidades das pessoas por trás dos crimes.

 

De acordo com Buttini, após conseguir acessar as informações pessoais dos clientes bancários, os criminosos falsificavam documentos públicos e particulares para então cometer fraudes e aplicar golpes.

 

Fotos:Reprodução

 

O prejuízo causado pela quadrilha era arcado pelas instituições financeiras.

 

As investigações apontaram que, para lavar o dinheiro obtido ilegalmente, os envolvidos criavam empresas de fachada e transferiam os valores entre elas, até que o montante fosse sacado.

 

Os mandados foram cumpridos em:

 

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Fonte:Metrópoles

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