O Google oficializou nesta quarta-feira (12) a nova geração de smartphones Pixel 11, que chega ao mercado dos Estados Unidos com aumento de US$ 100 no preço. A empresa atribuiu o reajuste a uma "escassez sem precedentes" de chips de memória.
Os novos aparelhos terão preços a partir de US$ 899 e começam a ser vendidos em 20 de agosto. Segundo o Google, a alta nos custos de componentes de memória pressionou o preço final dos dispositivos.
A empresa já havia alertado, no fim de julho, que o aumento dos custos de memória poderia encarecer seus novos aparelhos. Um dos fatores apontados para a alta é a forte demanda dos data centers voltados à inteligência artificial, que disputam capacidade de produção de semicondutores com fabricantes de smartphones.
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A nova geração Pixel é equipada com o processador Tensor G6, desenvolvido pelo próprio Google, além da versão mais recente do Gemini Nano, modelo de inteligência artificial destinado a tarefas executadas diretamente no aparelho.
Segundo a empresa, o novo chip melhora em aproximadamente 25% a navegação na internet e acelera em 15% a abertura de aplicativos.
O aumento dos custos de memória ocorre em um momento de forte expansão da infraestrutura de inteligência artificial. A demanda por chips utilizados em servidores e data centers tem pressionado a cadeia de semicondutores e aumentado os custos para outros segmentos da indústria de tecnologia.
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Com o reajuste, o Pixel 11 se junta a uma série de novos smartphones que chegam ao mercado em meio à disputa por componentes e ao aumento dos custos de produção.