Com o avanço da obesidade, diabetes tipo 2 e consumo de alimentos ultraprocessados, casos de gordura no fígado têm se tornando mais comuns
Popularmente conhecida como gordura no fígado, a esteatose hepática é uma das preocupações médicas mais comuns da atualidade. Ela ocorre quando há um acúmulo expressivo de gordura nas células hepáticas. Com o avanço da obesidade, diabetes tipo 2 e consumo excessivo de alimentos ultraprocessados e pobres em nutrientes, o fígado gorduroso tem se tornado mais comum.
Um dos principais problemas para detectá-la é que a condição é silenciosa, podendo causar prejuízos maiores se não diagnosticada através de exames de rotina. Sem tratamento, a gordura no fígado pode evoluir para inflamação, fibrose, cirrose e insuficiência do órgão. Em casos mais graves, até câncer hepático.
No entanto, especialistas apontam que há um caminho para reverter o quadro: mudar o estilo de vida. Com ajustes de rotina, incluindo melhorar a alimentação, a prática diária de exercícios físicos e reduzir o consumo de álcool, é possível mudar o cenário.
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De acordo com a especialista, ao mesmo tempo não se pode generalizar: o tempo estimado de três a seis meses é em casos leves, podendo ser maior ou menor, a depender do organismo do indivíduo. Em quadros clínicos mais graves, a melhora ocorre mais devagar.
Para se recuperar tão rápido assim, o fígado utiliza sua grande capacidade de regeneração, mesmo em casos de remoção ou “agressões” causadas por medicamentos ou infecções virais.
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Porém, o hepatologista Henrique Rocha aponta que o mecanismo hepático dificilmente ocorre em situações de fibrose ou cirrose hepática avançadas, evidenciando a importância de ir ao médico com regularidade, antes que seja tarde demais.
Fonte: Uol