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Governo Lula chama novo tarifaço dos EUA de 'sem fundamento' e promete reação
Foto: Ricardo Stuckert / Presidência da República

Planalto, porém, avalia que sanções poderiam ser piores. Órgão americano sugere tarifas de 25% sobre mercadorias brasileiras, com algumas exceções

O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva classificou como "sem fundamento" a nova proposta dos Estados Unidos de impor tarifas de 25% sobre produtos brasileiros. A avaliação é de que a medida tem motivação política e carece de justificativas técnicas ou comerciais que sustentem a taxação.

 

Integrantes do governo afirmam que o Brasil mantém relações comerciais equilibradas com os Estados Unidos e defendem que não há razões econômicas para a adoção de novas barreiras contra produtos nacionais. A equipe econômica e o Itamaraty acompanham o caso e estudam possíveis respostas diplomáticas e comerciais.

 

A proposta americana gerou preocupação entre exportadores brasileiros, principalmente em setores industriais que dependem do mercado dos Estados Unidos. Empresas temem perda de competitividade e redução nas vendas caso a medida seja efetivamente implementada.

 

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Segundo o governo, o país continuará buscando diálogo com as autoridades americanas para evitar uma escalada nas tensões comerciais. Ao mesmo tempo, autoridades brasileiras avaliam mecanismos previstos em acordos internacionais para contestar eventuais sanções consideradas injustificadas.

 

O episódio ocorre em meio ao aumento das disputas comerciais globais e já se transformou em tema de debate político no Brasil. Integrantes do governo e da oposição divergem sobre as causas da crise e sobre a melhor estratégia para lidar com Washington.

 

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Enquanto as negociações seguem em andamento, representantes do setor produtivo defendem uma solução rápida para evitar impactos sobre as exportações, os investimentos e a geração de empregos no país. 

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