A coluna descobriu que a Deck Produções decidiu recorrer após perder uma ação para a atriz, por conta de um contrato vitalício
A coluna Fábia Oliveira revelou que a gravadora Deck Produções Artísticas decidiu recorrer da decisão judicial que favoreceu a atriz Larissa Manoela, em uma disputa sobre um contrato firmado quando ela ainda era criança.
Larissa havia conseguido na Justiça a anulação de um contrato de exclusividade que foi assinado em 2012, quando ela tinha apenas 11 anos de idade, com o objetivo de encerrar obrigações e restrições ligadas à sua carreira artística.
Após a derrota no processo, a gravadora entrou com um recurso e voltou a defender que o contrato é “válido e legítimo”, argumentando que não existem ilegalidades no documento e que a atriz estaria simplesmente insatisfeita com os termos.
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No recurso, a empresa também alega que a decisão judicial não deixou claro que ela ainda tem o direito de explorar material musical e audiovisual produzido por Larissa durante a vigência do contrato. A gravadora afirmou que a sentença contém contradições, incluindo exigências como fornecer logins de contas digitais da artistaalgo que a própria decisão já havia limitado.

Foto: Reprodução
A Deck Produções também negou qualquer comportamento abusivo no contrato e afirmou que as obrigações atribuídas à artista sempre tiveram respaldo legal, alegando que a ideia de um vínculo “vitalício” teria sido criada fora do contexto jurídico.
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Relembre o caso: em 2025, Larissa Manoela conseguiu judicialmente a anulação desse contrato, o que incluiu a entrega de acessos às suas contas em plataformas digitais e a proibição da gravadora de veicular materiais antigos dela.