A assessoria jurídica da influencer emitiu uma nota oficial após detalhes de um boletim de ocorrência contra Gil Baloi vir à tona
A assessoria jurídica de Juliana Merhy emitiu uma nota oficial após detalhes de um boletim de ocorrência feito pela influenciadora contra o ex-jogador Gil Baloi vir à tona. A moça, que está grávida, denunciou o ex-zagueiro por violência psicológica na Delegacia de Atendimento à Mulher (DEAM) de Jacarepaguá, no Rio de Janeiro.
De acordo com informações registradas no B.O, Gil teria reagido de forma negligente ao saber da gravidez, exigindo que Juliana interrompesse a gestação. Segundo o documento, ele teria contado ainda com o apoio de um primo para tentar convencer a influenciadora a desistir da gravidez. Mensagens por aplicativo comprovariam toda a situação.
Após os detalhes virem à tona, a equipe jurídica de Juliana Merhy informou que a motivação da influenciadora ao buscar amparo judicial “foi a imperativa necessidade de proteger a si e a seu filho diante da violência psicológica sofrida”. Ainda segundo os advogados, “todas as provas e informações pertinentes serão apresentadas exclusivamente às autoridades competentes, nos prazos e formas legais cabíveis”.
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“A Assessoria Jurídica de Juliana Merhy vem a público prestar esclarecimentos em face da recente exposição de sua intimidade, reiterando o compromisso com a proteção de sua cliente e de seu filho.
Juliana lamenta profundamente a repercussão pública de um assunto tão pessoal e delicado. Sua motivação ao buscar amparo no Poder Judiciário foi a imperativa necessidade de proteger a si e a seu filho diante da violência psicológica sofrida. Quanto à alegação de inveracidade dos fatos, a defesa de Juliana confia que o processo legal esclarecerá tudo no tempo devido.

Foto: Reprodução
Cabe esclarecer que o boletim de ocorrência não é ‘mera’ notícia desprovida de efeito: é um registro formal que inaugura procedimentos de proteção e investigação. A tentativa de descredibilizar, no espaço público, uma mulher que buscou amparo institucional não contribui para a verdade dos fatos nem para um ambiente de respeito. O contraditório será exercido no processo legal, e não pela via de disputas midiáticas.
É fundamental destacar, ainda, que a Justiça, reconhecendo a seriedade e a credibilidade dos fatos narrados e das evidências apresentadas, concedeu medidas protetivas em favor de Juliana e de seu filho. Esta decisão judicial é um amparo crucial para resguardar a integridade da gestante e assegurar um ambiente de tranquilidade e saúde para ambos.
A prioridade absoluta de Juliana, neste momento de vulnerabilidade, é a preservação de sua saúde física e emocional, e a do seu filho. O apoio familiar e da rede de acolhimento tem sido um pilar essencial.
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Por fim, a Assessoria Jurídica informa que, em respeito ao melhor interesse da criança e à intimidade do caso, as comunicações públicas serão limitadas. Todas as provas e informações pertinentes serão apresentadas exclusivamente às autoridades competentes, nos prazos e formas legais cabíveis”.
Fonte: Nexo