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Grávida agredida por patroa revela que PM pediu recuperação de joia para ''encerrar agressão''
Foto: Reprodução

Segundo a doméstica, enquanto procurava, o PM a agredia e a pressionava, ao dizer que queria joia para terminar logo com agressões

A jovem grávida que denunciou ter sido agredida pela patroa em Goiânia afirmou que um policial militar teria orientado pessoas presentes no local a procurarem uma joia desaparecida para “acabar com os ataques” e encerrar a confusão. O caso ganhou grande repercussão após vídeos das agressões circularem nas redes sociais.

 

Segundo o relato da vítima, a situação começou após a patroa suspeitar do desaparecimento de uma joia dentro da residência onde ela trabalhava. A jovem afirmou que passou a ser acusada de furto e, em seguida, teria sofrido agressões físicas e verbais.

 

Imagens divulgadas nas redes mostram a vítima sendo empurrada, puxada pelos cabelos e agredida durante a discussão. A mulher, que está grávida, relatou ainda ter vivido momentos de medo e humilhação diante das acusações feitas pela empregadora.

 

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De acordo com a denúncia, após a chegada da Polícia Militar ao local, um dos agentes teria sugerido que as pessoas procurassem a joia perdida para que a situação fosse encerrada. A declaração gerou críticas nas redes sociais e levantou questionamentos sobre a condução da ocorrência.

 

A defesa da vítima afirma que a jovem sofreu abalo psicológico e teme consequências para a gravidez após o episódio. Ela também informou que exames médicos foram realizados para avaliar o estado de saúde da gestante e do bebê.

 

Grávida vítima de patroa: PM mandou achar joia para acabar com ataques - destaque galeria

Foto: Reprodução

 

Já a patroa nega parte das acusações e afirma que houve discussão entre as duas após o desaparecimento do objeto. O caso segue sendo investigado pela Polícia Civil, que analisa imagens, depoimentos e laudos médicos para esclarecer o ocorrido.

 

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A repercussão do episódio mobilizou internautas e entidades de defesa dos direitos das mulheres, que cobraram punição aos envolvidos e reforçaram a necessidade de proteção às trabalhadoras vítimas de violência e humilhação. 

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