As imagens mostram a jovem desesperada, caída no chão
A violência gerada pela disputa entre facções criminosas voltou a atingir brutalmente moradores da Baixada Fluminense. Na comunidade do Dique, em Duque de Caxias, Sumara Oliveira de Araújo, de 28 anos, foi assassinada a tiros por integrantes do Terceiro Comando Puro (TCP) após uma invasão ao território dominado pelo Comando Vermelho (CV).
O crime, ocorrido nesta semana, teve seus últimos momentos registrados em vídeo pelos próprios criminosos, que divulgaram as imagens como uma demonstração de poder sobre a região. As imagens, que chocaram pela brutalidade, mostram a vítima implorando por sua vida segundos antes de ser executada com disparos de fuzil, a curta distância.
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Segundo a Polícia Civil, Sumara foi retirada de sua casa à força, diante de seus dois filhos, de 3 e 5 anos de idade, e levada para uma área isolada da comunidade, onde foi assassinada. Ainda não está claro se ela tinha alguma ligação com grupos criminosos ou se foi morta apenas por residir em área controlada pela facção rival.
“Tenho filho, por favor”, suplica Sumara nas imagens, antes de ser baleada. O vídeo circulou em redes sociais e aplicativos de mensagens, ampliando ainda mais o impacto e a indignação em torno do caso.
INVESTIGAÇÃO EM ANDAMENTO
A Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense (DHBF) já iniciou as investigações para identificar os autores do crime e apurar as circunstâncias que levaram à execução da jovem. A polícia trata o caso como execução sumária e trabalha com a hipótese de que a vítima foi assassinada por vingança ou retaliação, em meio à intensificação da guerra entre facções pelo controle do tráfico de drogas na região.
Sumara não tinha antecedentes criminais. Amigos e familiares, ouvidos pela imprensa, afirmam que ela era uma mãe dedicada e trabalhava informalmente para sustentar os filhos.
CRESCE A TENSÃO NA BAIXADA
A região da Baixada Fluminense tem vivido uma escalada de violência nas últimas semanas, com confrontos entre grupos armados em comunidades de Caxias, Nova Iguaçu e São João de Meriti. Moradores relatam um cotidiano de medo, tiroteios constantes e um clima de domínio territorial que avança sem controle.
Especialistas em segurança pública alertam para o agravamento da situação diante da ausência de ações coordenadas do poder público, tanto em repressão ao crime organizado quanto em políticas de proteção e assistência social às famílias atingidas pela violência.
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Organizações de direitos humanos têm cobrado respostas mais efetivas das autoridades estaduais e federais para conter a crise e evitar novas tragédias como a que vitimou Sumara.
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