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Haddad defende aproximação com EUA: 'Faremos isso na administração Trump'
Foto: Reprodução

Neste domingo, o ministro da Fazenda se reuniu em Los Angeles com o secretário do Tesouro dos Estados Unidos

O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, afirmou nesta segunda-feira que o Brasil tem interesse em se aproximar mais dos Estados Unidos durante o governo Donald Trump. Segundo ele, isso ocorreria da mesma forma como se deu durante a administração do ex-presidente Joe Biden.

 

— Temos interesse de nos aproximarmos mais dos Estados Unidos. Fizemos isso na administração Biden e faremos isso na administração Trump. Há complementariedades importantes que podem e devem ser exploradas — disse o ministro durante a 28ª Conferência Global Instituto Milkein.

 

Neste domingo, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, se reuniu em Los Angeles com o secretário do Tesouro dos Estados Unidos, Scott Bessent, para tratar das relações econômicas entre os dois países. Segundo Haddad, durante o encontro houve uma sinalização positiva do governo americano para iniciar um diálogo sobre as tarifas aplicadas ao Brasil e a outros países da América do Sul.

 

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— Brasil é um país que tem uma diplomacia muito tradicional e multilateral, então acredito que se tomarmos as providências que estamos tomando, avançarmos em criar ambiente de negócios favoráveis ao investimento o Brasil vai continuar recebendo muito investimento e tem tudo para continuar crescendo de uma forma sustentável a uma taxa media de 3% ao ano que é nosso objetivo. Isso para nós é uma espécie de piso.

 

A viagem do ministro aos EUA tem como foco atrair investimentos em infraestrutura digital, especialmente na instalação de datacenters no Brasil. Ainda hoje, Haddad participa de reuniões em Los Angeles e em San Francisco com executivos de empresas de tecnologia como Google, NVIDIA e outras gigantes do setor.

 

— O Brasil está em uma posição muito favorável por que os princípios que o Brasil defende são completamente aderentes a uma necessidade de regulação sustentável — disse Haddad nesta segunda.Haddad afirmou ser necessário consolidar uma compreensão de que o potencial de crescimento da economia brasileira não é menor do que 3%.

 

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— Tenho certeza que ao final do mandato do presidente Lula o mundo vai estar convencido que o Brasil pode crescer a uma taxa mínima de 3%, porque o conjunto de projetos que o país já tem disponíveis, se continuarmos com o plano que foi apresentado ao país, nós temos condições de chegar ao final do mandato num outro patamar de discussão com os nossos parceiros

 

Fonte: O Globo
 

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