Ruan Amorim tinha uma extensa ficha criminal e acumulava várias passagens pela Delegacia de Polícia de Novo Airão
A Polícia Civil identificou como Ruan da Silva Amorim, de 33 anos, o homem encontrado morto, com tiros na cabeça, amordaçado e com os pés e as mãos amarrados, na última terça-feira, 28, em uma área de mata no Ramal do Mutum, localizado no município de Novo Airão, Região Metropolitana de Manaus.
De acordo com as investigações, Ruan era apontado como um dos principais líderes de uma facção criminosa com atuação no município e, segundo informações preliminares, vinha sendo ameaçado de morte pelos próprios comparsas.
Ainda conforme a polícia, ele respondia a processos na Justiça por crimes de extorsão, tráfico de drogas, sequestro e homicídio. A principal linha de investigação é de que a execução, praticada no Ramal do Mutum, tenha sido motivada por um "acerto de contas" entre integrantes da organização criminosa.
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Ruan já estava sendo ameaçado de morte pelos próprios
integrantes da facção criminosa da qual fazia parte
(Fotos: Divulgação)
As investigações são conduzidas pela 77ª Delegacia Interativa de Polícia (DIP) de Novo Airão. De acordo com informações preliminares, alguns suspeitos de participação no crime já foram identificados e podem ser presos nas próximas horas.
A principal linha de investigação aponta que Ruan da Silva Amorim teria sido executado após integrantes da facção criminosa da qual fazia parte descobrirem que ele negociava a compra de drogas com um grupo rival. A vítima foi morta com seis tiros na cabeça.
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Segundo o perito criminal responsável pelo levantamento no local, os estojos encontrados ao lado do corpo são de munições de pistola calibre 9 milímetros. A Polícia Civil também confirmou que Ruan era ex-presidiário e cumpria pena em liberdade condicional no momento da execução.