Carlos Alberto desapareceu de casa na tarde do último domingo e foi encontrado boiando, com as mãos e os pés amarrados
Um homem identificado como Carlos Alberto Garcia, 27, que estava desaparecido desde a tarde do último domingo, 8, foi encontrado morto nas proximidades da região do Bucará, no município de Coari, distante 363 quilômetros de Manaus.
O corpo estava boiando no rio e quem o encontrou, primeiramente, foi um pescador, que foi até a sede do município, onde comunicou o fato à Brigada do Corpo de Bombeiros Militar e à Delegacia Interativa de Polícia (DIP).
A suspeita inicial, que já está sob investigação da Polícia Civil, é que Carlos Alberto era integrante de uma facção criminosa, foi executado por um grupo rival na mesma tarde do último domingo e, depois, teve o corpo jogado no rio.
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A suspeita é que Carlos Alberto foi executado por uma
facção rival, após ser torturado em área
de mata no município
O homem estava com os pés e as mãos amarrados com pedaços de corda e, segundo informes preliminares, tinha várias perfurações de tiros na cabeça e marcas de espancamento em outras partes do corpo.
As características indicadas, no entendimento dos policiais que investigam o caso, são de que o homem realmente foi torturado e executado a tiros por integrantes de uma facção rival, que ainda não foram identificados.
O que reforça a suspeita de homicídio é que, na segunda-feira, 9, os assassinos divulgaram um vídeo em que Carlos Alberto aparece sentado no chão, em uma área de mata, sendo interrogado sobre seu envolvimento com a facção rival.

Um pescador foi o primeiro a encontrar o corpo
boiando no rio (Fotos: Divulgação)
A família reconheceu o corpo após ele ser resgatado do rio e levado para o necrotério do Hospital de Coari. Foi confirmado que ele saiu de casa no domingo à tarde, dizendo que iria se encontrar com algumas pessoas.
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O caso segue sob investigação policial, mas, até a manhã desta quinta-feira, não havia novas informações ou outros detalhes sobre o assassinato de Carlos Alberto e se, realmente, ele morreu por ser integrante de uma facção criminosa em Coari.