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Homem que matou médica e escondeu corpo dentro de mala é condenado a 31 anos de prisão
Foto: Reprodução

O homem acusado de matar a médica Thallita da Cruz Fernandes, de 28 anos, e esconder seu corpo em uma mala foi condenado a 31 anos e seis meses de prisão em regime fechado. Davi Izaque Martins Silva foi julgado por homicídio qualificado e tentativa de ocultação de cadáver.

 

O julgamento ocorreu no Fórum de São José do Rio Preto, no interior de São Paulo, na terça-feira, 22.O crime ocorreu em agosto de 2023. Thallita foi encontrada morta dentro de uma mala no próprio apartamento, após amigos e familiares desconfiarem de seu desaparecimento. A amiga que foi ao local acionou a polícia, que encontrou o corpo da médica nua e com cortes no rosto.

 

Thallita havia se mudado para Rio Preto para estudar medicina. Formada em 2021, passou a trabalhar como plantonista em Bady Bassitt, cidade próxima à região. Ela namorava Davi havia três anos e, no último ano, ele passou a frequentar regularmente o apartamento da médica, chegando a dar festas enquanto ela viajava.

 

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Segundo a investigação, Davi confessou o crime e afirmou que tentou retirar o corpo da vítima da mala, mas desistiu após ela rasgar. Imagens de câmeras de segurança flagraram o acusado saindo do prédio com uma mochila e usando um carro de aplicativo, aparentando tranquilidade.

 

O motorista do aplicativo relatou que Davi estava calmo, conversou normalmente e exalava um forte cheiro de carne. Na ocasião, ele afirmou ao motorista que trabalhava em uma lanchonete. O acusado foi preso no dia seguinte, na casa da mãe, em São José do Rio Preto.

 

À polícia, Davi contou que havia consumido cocaína, ecstasy e álcool antes de discutir com a namorada por ciúmes. A briga evoluiu para agressões com faca. 

 

A investigação apontou que o crime teve motivação patrimonial, e não passional, já que Davi temia perder o estilo de vida confortável que a médica lhe proporcionava.

 

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Após o crime, ele ainda tentou se passar por Thallita, respondendo às mensagens da mãe e da amiga no celular da vítima. As respostas foram consideradas suspeitas e levaram à desconfiança de que não era a médica que tinha o celular em mãos ao escrever. Davi confirmou isso em depoimento. A defesa de Davi ainda pode recorrer da decisão. O Terra tenta contato com os advogados do acusado. O espaço segue aberto para manifestação.

 

Fonte:Terra

 

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