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IA superinteligente exige testes de segurança como os da bomba atômica
Foto: Reprodução

O físico Max Tegmark propõe que empresas de IA estimem o risco de perder o controle como cientistas fizeram antes do teste nuclear de 1945

Max Tegmark, físico do MIT e referência em segurança da inteligência artificial, defende que empresas de IA realizem cálculos de risco rigorosos antes de lançar sistemas superinteligentes — semelhantes aos feitos antes do primeiro teste nuclear de 1945, liderado por Robert Oppenheimer.

 

Tegmark propõe que as empresas calculem a “constante de Compton”, uma estimativa da probabilidade de perder o controle sobre uma superinteligência artificial (ASI). A ideia é inspirada em Arthur Compton, físico que aprovou o teste da bomba atômica após estimar um risco extremamente baixo de catástrofe.

 

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Recentemente, Tegmark e outros especialistas divulgaram o Consenso de Singapura, com diretrizes para priorizar a segurança da IA. Ele afirma que, após a cúpula de Paris, o debate voltou a focar em colaboração internacional, fortalecendo a causa por uma IA segura e controlável.

 

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O relatório definiu três grandes áreas a serem priorizadas na pesquisa sobre segurança de IA: desenvolver métodos para medir o impacto dos sistemas de IA atuais e futuros; especificar como uma IA deve se comportar e projetar um sistema para atingir esse objetivo; e gerenciar e controlar o comportamento de um sistema.

 

Fonte: Olhar Digital

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