Percentual de 0,95% em 2024 representa o menor nível da série histórica, iniciada em 2015; maior incidência está no Norte e Nordeste, em especial Roraima, com 13,86%
O Brasil alcançou um novo marco histórico na área de registros civis. Segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o país reduziu pela primeira vez a taxa de sub-registro de nascimentos para menos de 1%, indicando que quase todos os bebês nascidos estão sendo oficialmente registrados dentro do prazo legal.
O sub-registro é o indicador que mede os nascimentos que não são registrados no período previsto em lei. A queda para um patamar inferior a 1% é considerada um nível de cobertura próximo da universalização do registro civil no país.
De acordo com o IBGE, a melhora está ligada à ampliação do acesso aos cartórios, à gratuidade do registro de nascimento e ao fortalecimento de políticas públicas voltadas à identificação civil ainda nos primeiros dias de vida.
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Especialistas destacam que o avanço representa também um ganho social importante, já que a certidão de nascimento é o primeiro documento de cidadania e garante acesso a serviços como saúde, educação e programas sociais.
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O resultado coloca o Brasil entre os países com menor índice de sub-registro na América Latina e reforça a tendência de queda contínua registrada nos últimos anos.