Simone Pereira de Oliveira, 44, foi morta em frente ao salão de beleza onde trabalhava pelo ex marido
Vídeo que circula nas redes sociais mostra o momento em que Simone é atacada pelo ex. Ele a imobiliza no meio da rua, na frente do salão em que ela trabalhava, e a golpeia diversas vezes com uma faca.
A vítima, deitada no asfalto, grita e pede por ajuda. Santos foge em seguida.
Segundo a SSP (Secretaria da Segurança Pública), um vizinho levou Simone até um pronto-socorro próximo, mas ela não resistiu aos ferimentos.
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O caso foi registrado no 10° DP de Osasco.
Exames periciais foram solicitados e a polícia faz buscas para encontrar Santos.
O MPF (Ministério Público Federal) instaurou na última segunda-feira (15) um inquérito civil para apurar suposta omissão do poder público em São Paulo no combate à violência contra a mulher no âmbito estadual.
A investigação vem na esteira da alta nos casos de feminicídio registrados em território paulista neste ano. Foram 207 casos de janeiro a outubro de 2025 ante 194 (6,7%) no mesmo período do ano anterior.

Vagner Santos, 40, é ex-companheiro de Simone está sendo
procurado pela polícia
A capital responde por 1 a cada 4 ocorrências do gênero, o que levou o MPF a pedir informações à Prefeitura de São Paulo sobre o aumento no número de casos e sobre as medidas adotadas para mitigar o problema.
O órgão solicitou dados relacionados ao orçamento de políticas públicas no combate à violência contra a mulher e aos equipamentos disponibilizados às vítimas de violência doméstica.
Em nota, a gestão Tarcísio de Freitas (Republicanos) disse ter estabelecido "de forma pioneira uma política multissetorial para garantir segurança, saúde e autonomia financeira das mulheres do estado".
Segundo o Palácio dos Bandeirantes, o orçamento da pasta foi incrementado ao longo do ano com emendas e suplementações de verba e que o valor proposto para 2026 é superior.
"Para 2025 estavam previstos R$ 9,6 milhões. Para 2026, o orçamento é de R$ 16,5 milhões, valor 70% superior ao de 2025, sem contar eventuais suplementações e emendas", afirma.
A gestão Ricardo Nunes (MDB) afirmou, por meio de nota, possuir uma ampla rede de apoio e acolhimento para atender mulheres vítimas de violência, com o programa Guardiã Maria da Penha, que já atendeu mais de 20 mil mulheres e acompanha outras 6.000, e uma Inspetoria de Defesa da Mulher e Ações Sociais da GCM.
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"O município conta com 38 serviços na assistência social, totalizando 1.721 vagas, que oferecem atendimento psicossocial e jurídico, acolhimento emergencial em Casas Abrigo e Casas de Passagem, além dos Centros de Defesa e de Convivência da Mulher e unidades sigilosas para mulheres em risco de morte".
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