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IMAGENS FORTES! Câmeras de segurança flagram momento em que pai mata a tiros homem que agrediu sua filha no Paraná. VEJA VÍDEO
Foto: Reprodução

A Polícia Civil do Paraná abriu inquérito para apurar o homicídio. Imagens de câmeras de segurança registraram o momento do crime

Um pai matou o suspeito de agredir a filha, após uma discussão na tarde de quarta-feira (17/12), em Três Barras do Paraná, na região oeste do estado. A vítima, Juliano Schina dos Santos, de 32 anos, foi atingida por três tiros e morreu no local, em uma residência na Rua Ângelo Boareto.

 

Irritado com a negativa, Juliano desferiu tapas no rosto da jovem, que imediatamente comunicou o ocorrido ao pai. O homem, ao chegar ao local minutos depois, iniciou uma discussão acalorada com a vítima em frente à residência. Nas imagens das câmeras de segurança, é possível ver o confronto verbal, com o atirador questionando Juliano sobre a agressão à filha. Sem aviso, ele saca uma arma de fogo e efetua três disparos contra o peito da vítima.

 

Juliano caiu no chão ainda no local, com sangramento intenso, e morreu antes da chegada do socorro médico. Testemunhas relataram pânico na rua, com moradores acionando a Polícia Militar e o Samu. O autor dos disparos fugiu em um carro logo após o crime, e até o momento não foi localizado pelas autoridades.

 

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A Polícia Militar isolou a área e registrou a ocorrência. Equipes da Polícia Civil iniciaram as investigações, que incluem análise das imagens e depoimentos de testemunhas. O caso é tratado como homicídio qualificado por motivo fútil, com indícios de legítima defesa da honra alegados pelo suspeito em conversas preliminares com investigadores.

 

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Três Barras do Paraná, com cerca de 20 mil habitantes, enfrenta desafios com violência urbana crescente, especialmente casos ligados a desentendimentos familiares. Autoridades locais prometem reforço no patrulhamento e campanhas contra agressões domésticas. Familiares de Juliano lamentam a perda e cobram justiça rápida, enquanto a filha do atirador recebeu atendimento psicológico. O inquérito deve ser concluído em 30 dias.

 

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