Edinelson era acusado pelo assassinato de um homem e pode ter sido vítima de uma vingança perversa na tarde desta segunda-feira
Um final de tarde brutal e no mínimo espantoso para os moradores da Rua Manaus, nesta segunda-feira, 19, no bairro da Compensa, Zona Centro-Oeste da capital amazonense.
O homem identificado como Edinelson Nunes Pereira, que tinha 41 anos de idade, foi jogado em uma lixeira a céu aberto, com o corpo bastante mutilado, como se tivesse passado por momentos extremamente violentos.
Os sinais de tortura estavam visíveis a olho nu dos moradores e está confirmado que o homem teve os braços e as pernas quebrados, antes de ser “descartado como lixo”, em via pública por um grupo de criminosos.
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Edinelson também estava irreconhecível, com o rosto completamente desfigurado e após ser acionada por policiais militares da 8ª Cicom, a equipe do Samu, apenas confirmou que o homem já estava em óbito.

Corpo do homem foi descartado pelos
seus algozes na lixeira da Rua Manaus
Com informações dos próprios familiares, no local onde o corpo foi jogado, os policiais da Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestros (DEHS) foram informados que a vítima tinha antecedentes criminais.
A execução cruel pode ter sido uma vingança brutal, porque em 2019, Edinelson esteve envolvido diretamente no assassinato de um membro de facção criminosa, conhecido naquela época pelo apelido de “Robinho”.
A polícia levantou suspeita inicial que a execução pode ter sido motivada por um acerto de contas ou uma vingança perversa pelo assassinato do membro de facção há mais de cinco anos naquele mesmo bairro.
Muita polícia e moradores após o encontro macabro do corpo
nesta segunda-feira no perigoso bairro da Compensa
Os membros da família do homem também informaram que ele sempre andou com más companhias, tinha antecedentes criminais e atualmente não tinha paradeiro certo, morando em vários locais diferentes.
O corpo foi periciado e pouco antes de anoitecer, foi removido da lixeira onde foi encontrado e levado para exame de necropsia no Instituto Médico Legal, com sede do órgão no bairro da Cidade Nova, Zona Norte.
Uma investigação terá continuidade na DEHS com intuito dos policiais de identificar o grupo criminoso que sequestrou, torturou até a morte e jogou o corpo de Edinelson Nunes na lixeira da Rua Manaus.
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Fotos: Divulgação
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