Implorei para que eu não fosse deixada para morrer, disse a camaronesa que ainda precisa de sete cirurgias reconstrutivas
Após passar um ano em hospital, Bah voltou para casa, mas ficou com severas deformidades faciais. Ela perdeu o olfato e só consegue enxergar com o olho direito. Agora, aos 22 anos, a estrada de recuperação par Bah ainda é longa. Ela precisa arrecadar o equivalente à cerca de R$ 340 mil para se submeter a mais sete cirurgias de reconstrução facial, de acordo com reportagem no "Daily Star".
"Meu rosto foi dividido em dois, minha comunidade achou que deviam me enterrar. Eu tive que usar minhas mãos para implorar que me levassem ao hospital, para que eu não fosse deixada para morrer", contou a camaronesa.
Em 2017, Bamenda se tornou um campo de batalha entre as forças governamentais e os rebeldes que exigiam um estado independente para a minoria anglofônica. "Os francófonos não tratam os ingleses com justiça", reclamou Bah.
Veja também

A estratégia de um reino pré-inca que usou fezes de aves para se fortalecer
Crânios e pernas empilhadas: pesquisadores encontram poço de execução da era viking
ATENÇÃO IMEGENS FORTES!

"Primeiro, deram um tiro na perna. Eu implorava para que não me matassem, mas infelizmente meu rosto ficou completamente desfigurado", recordou a jovem.



Fotos: Reprodução
Curtiu? Siga o PORTAL DO ZACARIAS no Facebook, Twitter e no Instagram.
Entre no nosso Grupo de WhatApp, Canal e Telegram
"Fui levada para um hospital local, e eles se recusaram a me internar, dizendo que eu só viveria por no máximo três dias", acrescentou ela. Bah acabou transferida para um hospital maior, onde também os médicos não acreditavam na sua recuperação. Estavam igualmente enganados.