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Incubadoras e centros de pesquisa de todo o país visitam Nilton Lins e destacam bioeconomia na Amazônia
Foto: Divulgação

A Incubadora InBioTa e o Centro de Inovação Tecnológica Moinho, ambos da Universidade Nilton Lins, receberam na manhã de hoje (2), a comitiva da Associação Nacional de Entidades Promotoras de Empreendimentos Inovadores (Anprotec) para uma vista técnica ao campus, instalações e projetos da instituição no setor de startups, bioeconomia e sustentabilidade.

 

Principal entidade do ecossistema de inovação no Brasil, a Anprotec foi fundada em 1987 e reúne centenas de parques tecnológicos, incubadoras, aceleradoras, startups e instituições de pesquisa brasileiras, desenvolvendo projetos de capacitação e articulando políticas públicas para o setor.

 

Durante o encontro, representantes de todo o país conheceram a estrutura e os projetos da Nilton Lins, com destaque para a economia criativa e a bioeconomia. A comitiva também visitou startups que já operam na universidade e laboratórios utilizados para pesquisa e desenvolvimento.

 

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Para o coordenador da InBiota e gestor do Moinho, Zamith Filho, a visita técnica irá ampliar a integração entre os atores do setor.

 

“Com ações efetivas desenvolvidas na Nilton Lins, estamos evoluindo no Amazonas, buscando sempre a inovação, excelência, respeitando a floresta e os povos tradicionais e já iniciamos conversas com representantes de Roraima e Minas Gerais, interessados na troca de informação e projetos conjuntos”, afirmou.

 

 

AMAZÔNIA EM FOCO

 

Representando a Pulsar, uma das principais incubadoras tecnológicas do país e que integra o Parque de Inovação, Ciência e Tecnologia da Universidade Federal de Santa Maria (RS), Jeanne Mainardi destacou o potencial do estado.

 

“Desde já colocamos à disposição nossos laboratórios e professores, porque devemos nos unir e trabalhar em conjunto para todo o setor crescer no Brasil. No país inteiro, a burocracia é um dos maiores entraves, mas no Amazonas, em compensação, a biodiversidade tem um potencial imenso a ser pesquisado e a estrutura que encontramos no Moinho tem todas as condições para se tornar referência nacional”, disse Jeanne.

 

Foto: Divulgação

 

Fabiano Pereira, representante da incubadora da Faculdade Dom Bosco, de Mato Grosso do Sul, também ressaltou as semelhanças e diferenças entre os estados.

 

“No Mato Grosso do Sul temos três biomas. Aqui vocês têm a Amazônia inteira como campo de estudo, o que é um ativo ambiental único. Aliado ao conhecimento dos povos da região, isso pode superar desafios de logística e colocar o Amazonas na vanguarda”, avaliou.

 

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SETOR DE PESQUISAS E APOIO INSTITUCIONAL

 

Durante a visita da comitiva aos laboratórios do setor de pesquisas da Universidade Nilton Lins, a Profa. Dra. Cleuciliz Santana, Vice-reitora para Projetos de Pós graduação, Pesquisa e Inovação, apresentou as principais iniciativas da instituição e destacou a atuação dos docentes e pesquisadores, além do apoio institucional da Reitora Gisélle Lins Maranhão e do Mantenedor Nilton Costa Lins Júnior como dois pilares para os resultados alcançados. 

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