Alimentos consumidos em casa subiram 1,65%, com destaque para a batata-inglesa, o tomate, a cebola e as carnes. Por outro lado, o café moído e as frutas baratearam
Os brasileiros sentiram mais uma vez o peso da inflação no orçamento. Dados divulgados pelo IBGE mostram que os preços dos alimentos continuaram subindo em maio e foram os principais responsáveis pela alta de 0,58% registrada no Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), considerado a inflação oficial do país.
Entre os produtos que mais encareceram, a batata-inglesa liderou o ranking com aumento de impressionantes 44,69%. Também registraram fortes altas o pepino (44,3%), o tomate (20,62%), a cebola (16,8%) e o morango (16,6%). As carnes também ficaram mais caras, com destaque para a picanha, que subiu 3,97%, e o filé-mignon, com alta de 4,48%.
Segundo o IBGE, a elevação dos preços está relacionada à redução da oferta de alguns alimentos e ao aumento dos custos de transporte, influenciado pela alta dos combustíveis. No total, os alimentos consumidos dentro de casa ficaram 1,65% mais caros durante o mês de maio.
Veja também

Desenrola pode ganhar nova fase para brasileiros sem dívidas; anúncio deve ocorrer nos próximos dias
Inflação acelera em maio e pesa no bolso dos brasileiros com alta dos alimentos e da energia
Por outro lado, alguns produtos apresentaram queda nos preços. A abobrinha liderou as reduções, com recuo de 11,43%, seguida pela laranja-lima (-9,87%), pimentão (-6,99%) e maracujá (-6,23%). O café moído, que vinha acumulando sucessivos aumentos nos últimos meses, ficou 2,38% mais barato.
Curtiu? Siga o PORTAL DO ZACARIAS no Facebook, Twitter e no Instagram.
Entre no nosso Grupo de WhatApp, Canal e Telegram
Além da alimentação, a conta de energia elétrica também teve forte impacto na inflação. A tarifa residencial subiu 3,67% em maio, influenciada por reajustes em várias capitais e pela vigência da bandeira tarifária amarela. O grupo Habitação registrou alta de 1,22%, enquanto Saúde e Cuidados Pessoais avançou 0,90%, ajudando a manter a pressão sobre o custo de vida dos brasileiros.