Treinador tem mais títulos do que derrotas no comando do time rubro-negro
O Flamengo teve na vitória por 3 a 1 sobre o Botafogo, na decisão da Supercopa, em Belém, postura similar à do triunfo por 2 a 0 sobre o Volta Redonda, na 5ª rodada do Estadual, em Brasília. Marcou na saída de bola adversária, ocupou o campo de ataque com oito e até nove jogadores, e não deixou que o campeão brasileiro e sul-americano se associasse no jogo articulado. Isso foi determinante para a resultado do confronto.
O primeiro gol abalou o emocional dos alvinegros, e o segundo, logo após o reinício do jogo paralisado devido às chuvas, selou a disputa. O terceiro, já na reta final, coroou o que se via em campo — zero surpresa! O time rubro-negro está a cada dia mais forte no sistema de Filipe Luís. Foi a 12ª vitória em 19 jogos (com uma só derrota!) sob a direção do novo treinador, e o segundo título dele em quatro meses de trabalho.
Um início que impressiona e não só pelos resultados. Lembra, em parte, o impacto da chegada de Abel Ferreira ao Palmeiras, em 2020, transformando o ambiente com duas taças (Libertadores e Copa do Brasil) em quatro meses. Filipe Luís devolveu ao Flamengo o jeito que a torcida gosta de ver a equipe jogar, e isso recuperou a autoestima desse conjunto (jogador e torcedor), que é que move o clube. O Botafogo perdeu a partida, o título e a premiação por essa demora na escolha do treinador que substituirá o português Artur Jorge. Me incomoda a crença de que o tempo perdido não afetará a temporada, porque foi assim em 2024. O elenco ainda é forte, será reforçado, mas o clube que ostenta a honra de ser campeão do país e do continente parece perdido no tempo e no espaço. E isso se refletiu em campo.
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Fonte: Extra