A insuficiência cardíaca, condição em que o coração perde a capacidade de bombear sangue de forma eficiente, ainda é uma das principais causas de internações no Brasil
A insuficiência cardíaca, condição em que o coração perde a capacidade de bombear sangue de forma eficiente, ainda é uma das principais causas de internações no Brasil. Mas o cenário pode mudar com a chegada de novas tecnologias: implantes cardíacos mais modernos e procedimentos minimamente invasivos prometem não apenas prolongar a vida, mas também devolver qualidade ao dia a dia dos pacientes.
Nos últimos anos, dispositivos como os resincronizadores cardíacos e válvulas implantáveis por cateter vêm transformando a prática da cardiologia. Esses recursos reduzem sintomas, evitam complicações e diminuem a necessidade de cirurgias abertas, antes consideradas inevitáveis.
Segundo a cardiologista Priscila Sobral, especialista em longevidade, a mudança de perspectiva é clara: — Estamos vivendo um momento em que conseguimos dar mais tempo e qualidade de vida a pacientes que antes tinham um prognóstico muito limitado. A tecnologia permite personalizar o tratamento, ajustando às necessidades de cada pessoa.
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Além dos dispositivos, os procedimentos minimamente invasivos representam um avanço fundamental. O implante de válvulas por cateter, por exemplo, evita a abertura do tórax e reduz significativamente o tempo de internação.
— O impacto na recuperação é enorme. Pacientes que antes passavam semanas em hospital agora voltam para casa em poucos dias, com segurança e mais disposição para retomar suas atividades, explica a médica. Os avanços também caminham ao lado da medicina de precisão, que considera genética, estilo de vida e histórico clínico de cada paciente. Essa combinação, segundo Priscila, abre caminho para resultados mais duradouros:
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— Não se trata apenas de tratar a doença, mas de olhar para o indivíduo como um todo, oferecendo um plano que una tecnologia, prevenção e acompanhamento contínuo. Para Priscila, a mensagem é clara: a insuficiência cardíaca ainda é um desafio, mas a inovação vem reescrevendo o futuro dos pacientes. E a promessa é que, nos próximos anos, os tratamentos sejam cada vez mais eficazes e acessíveis.
Fonte: Extra