Restrição de uso de aparelhos nas salas de aula contribui para reduzir dependência do meio digital
A proibição dos adolescentes de utilizarem celulares nas escolas representa um verdadeiro freio de arrumação. Enquanto sociedade, buscamos conscientizar nossa juventude e nossas crianças, que estão mais suscetíveis à epidemia de distrações que todos nós enfrentamos.
Desde o início do ano, os celulares foram proibidos nas escolas de todo o país. A restrição foi um saída encontrada para reduzir a dependência de crianças e adolescentes do meio digital, melhorando assim o desempenho escolar. A reboque disso, veio um maior distanciamento do mundo das apostas, ao menos dentro do ambiente de ensino. Para saber a opinião de quem entende do assunto, o EXTRA entrevistou Roberta Barreto, secretária estadual de Educação, e Renan Ferreirinha, secretário municipal da mesma pasta.
Todas as formas de vícios são trabalhadas por nossos serviços de orientação educacional quando percebidos, mas até o momento não tivemos relatos de intercorrências no desempenho pedagógico dos nossos alunos neste sentido. Além disso, com a proibição do uso dos celulares nas escolas, com certeza nossos jovens estarão ainda mais afastados da possibilidade de praticarem esse tipo de atividade.
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Foto: Reprodução
Todos vivenciamos essa epidemia de alguma forma, mas ela é mais cruel para crianças e adolescentes que ainda não possuem um conjunto de experiências que lhes permita discernir e estabelecer limites. Isso pode gerar prejuízos significativos, como crises de ansiedade e até diagnósticos de depressão, decorrentes da incapacidade de se desvencilhar do celular.
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Não considero essa situação normal. Nos últimos anos, observamos um desconforto coletivo em relação a isso. O Rio de Janeiro, pioneiro no Brasil, implementou a proibição do uso de celulares em sala de aula para melhorar a aprendizagem dos alunos, que vinha sendo comprometida. Uma criança não consegue prestar atenção de forma plena se estiver com um celular na mão. Imagina um professor tentando dar aula enquanto um aluno está no TikTok, no Instagram ou até em jogos de apostas, como o "Jogo do Tigrinho", que tem se tornado uma realidade preocupante tanto em escolas públicas quanto privadas.
Fonte: Revista Veja