A cheia atingiu a marca de 29,02 metros, causando alagamentos em Manaus
Até esta quarta (02), cerca de 131.349 famílias foram afetadas pela cheia, o que equivale a aproximadamente 525.381 pessoas, segundo a Defesa Civil. As comunidades atingidas enfrentam dificuldades para se deslocar, perdas na produção agrícola e alagamentos em suas residências.
A cheia avança por outros municípios do estado. Em Itacoatiara, o Rio Amazonas está 20 cm acima da cota de inundação severa, com 14,40 metros. Em Anamã, toda a região está alagada após o Rio Solimões atingir 17,09 metros. Moradores têm improvisado balneários nas ruas inundadas.
A marca é um metro abaixo do recorde, registrado em 2021, quando o rio atingiu 30,02 metros. Segundo o Serviço Geológico do Brasil (SGB), a previsão é que a cheia atual não atinja o nível do recorde de 2021.
Veja também

Prefeitura intensifica limpeza na orla da Glória e reforça combate ao descarte irregular de resíduos
Calor extremo fecha topo da Torre Eiffel e aquece o Mediterrâneo como nunca antes
Os dados do registro histórico do ano em questão serve de base para a medição dos níveis do Rio Negro: cota de alerta em 27m, inundação em 27,5m, inundação severa em 29m e a máxima registrada em 30,02m.O prefeito da capital amazonense, David Almeida (Avante), acompanhou a rápida subida das águas do Rio Negro. “No dia 10 de outubro de 2024, o nível do rio Negro era de apenas 12,11 metros, a menor cota dos últimos 122 anos. Em menos de nove meses, subiu exatos 16,91 metros. Nunca vimos algo semelhante”, afirmou.
Curtiu? Siga o PORTAL DO ZACARIAS no Facebook, Twitter e no Instagram
Entre no nosso Grupo de WhatApp, Canal e Telegram
A Defesa Civil municipal registrou seis pontos de alagamentos na cidade: São Jorge, Educandos, Presidente Vargas (na área do Bariri), Aparecida, Mauazinho e rua dos Barés, no Centro. Foram implantadas pontes provisórios nas localidades e executadas intervenções emergenciais em moradias.
Fonte: Portal IG