A equipe masculina de futebol do Irã comemora a classificação para a Copa do Mundo 2026, após empatar com o Uzbequistão, em março do ano passado
O clima esquentou de vez nos bastidores da Copa do Mundo FIFA 2026 e envolve diretamente o Irã, que pode protagonizar uma das maiores polêmicas da história recente do futebol mundial. Autoridades do país afirmaram que a seleção não pretende viajar para os Estados Unidos, mesmo com partidas previstas no território americano.
De acordo com declarações atribuídas ao presidente da federação iraniana, Mehdi Taj, existe uma tentativa de negociação com a FIFA para que os jogos sejam transferidos para o México, um dos países-sede do torneio. A situação ganhou ainda mais tensão após o Irã não comparecer a uma reunião importante de planejamento realizada em Atlanta.
Nos bastidores, o motivo vai muito além do futebol. A relação entre Irã e Estados Unidos segue extremamente abalada, e autoridades iranianas teriam adotado um discurso duro, chegando a indicar que o país poderia até desistir da competição. A fala atribuída ao ministro do Esporte iraniano elevou o tom e chamou atenção internacional, colocando em dúvida a participação da seleção.
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Enquanto isso, o presidente da FIFA, Gianni Infantino, revelou que conversou com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, sobre a situação. Segundo ele, há interesse em garantir a presença do Irã no torneio, evitando um esvaziamento político e esportivo da competição.
A Copa de 2026 será disputada também no México e no Canadá, mas a maior parte dos jogos está programada para acontecer em solo americano, o que aumenta o impasse. Nos bastidores, cresce o temor de que a crise diplomática se transforme em um problema direto dentro de campo, algo que pode forçar a FIFA a tomar uma decisão inédita.
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Até o momento, nada foi oficialmente confirmado, mas o caso já é tratado como uma bomba-relógio que pode explodir a qualquer momento e mudar completamente o rumo do Mundial.