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Irã promete que inimigos não estarão a salvo ''nem dentro de casa''
Foto: Reprodução

O Irã avisou, esta segunda-feira, que os seus inimigos não estarão a salvo nem sequer dentro das suas casas e a Guarda Revolucionária garantiu também que o país vai continuar lutando

O Irã avisou, nesta segunda-feira, que seus inimigos não estarão seguros nem mesmo dentro de suas próprias casas. A Guarda Revolucionária do Irã afirmou que as recentes perdas  do líder supremo e de outros altos funcionários  "não abalaram o Irã; pelo contrário, o fortaleceram", informou a emissora estatal da República Islâmica do Irã (IRIB), citada pela CNN Internacional.

 

A Guarda Revolucionária também garantiu que o Irã continuará a lutar "até que o inimigo seja derrotado". "O inimigo deve saber que seus dias de glória acabaram e que não estará seguro em nenhum lugar do mundo, nem mesmo em suas próprias casas", prometeram.

 

Também nesta tarde, o presidente iraniano, Massoud Pezeshkian, afirmou que Teerã "não ficará em silêncio" após o que descreveu como ataques premeditados contra uma escola e um hospital, atribuídos a Israel e aos Estados Unidos. "Ataques contra hospitais são ataques à própria vida. Ataques contra escolas miram o futuro de uma nação (...) O mundo deve condenar esses atos", escreveu Pezeshkian na rede X, acrescentando que "o Irã não ficará em silêncio e não cederá diante desses crimes".

 

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Vale lembrar que este é o terceiro dia de ataques conjuntos dos Estados Unidos e de Israel contra o Irã. Os dois países lançaram, no sábado, uma ofensiva militar contra o Irã para "eliminar ameaças iminentes do regime iraniano", e Teerã respondeu com mísseis e drones contra bases norte-americanas na região do Golfo e alvos israelenses.

 

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O Irã já confirmou a morte do aiatolá Ali Khamenei, líder supremo do país desde 1989, e decretou um período de luto de 40 dias. Até o momento, pelo menos 555 pessoas morreram no Irã desde o início dos ataques, segundo a organização humanitária Crescente Vermelho iraniano, e o Exército dos Estados Unidos confirmou a morte de três militares norte-americanos. 

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