Aeronaves americanas no aeroporto internacional de Tel Aviv
O governo de Israel decidiu apertar o controle no principal aeroporto do país após a escalada dos ataques envolvendo o Irã. As operações no Aeroporto Ben Gurion foram reduzidas por medida de segurança, em meio ao risco crescente de novos bombardeios e à possibilidade de uma ofensiva terrestre no Líbano.
A ministra dos Transportes, Miri Regev, afirmou que a decisão foi tomada para evitar riscos à população. Agora, cada voo que sai do país poderá levar no máximo 50 passageiros, bem abaixo do limite anterior. Além disso, o aeroporto passou a operar com apenas um pouso e uma decolagem por hora, reduzindo drasticamente o fluxo aéreo.
Apesar das restrições, voos que chegam ao país continuam liberados. A prioridade tem sido operações de repatriação, que já trouxeram cerca de 140 mil israelenses de volta. Desde o início do conflito envolvendo Estados Unidos e Israel contra o Irã, companhias aéreas estrangeiras suspenderam suas atividades no país, e algumas só cogitam retorno a partir de junho.
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Enquanto isso, a tensão só aumenta. Ataques recentes atingiram cidades estratégicas como Dimona e Arad, deixando feridos e causando danos mesmo com sistemas de defesa ativos. Em alguns casos, até aeronaves foram atingidas por destroços de mísseis interceptados, aumentando o clima de insegurança.
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Ao mesmo tempo, Israel dá sinais de que pode iniciar uma ofensiva terrestre no Líbano contra o grupo Hezbollah. A destruição de uma ponte estratégica no sul do país foi vista como um possível indicativo de invasão iminente, aumentando ainda mais o temor de uma escalada ainda maior no conflito.