Primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, ainda não se manifestou sobre as negociações em andamento entre EUA e Irã
O Israel voltou a lançar ataques contra Teerã nesta sexta-feira (27), atingindo instalações apontadas como usadas para a produção de armas, principalmente mísseis balísticos. A ofensiva também alcançou alvos no oeste do Irã, incluindo depósitos e lançadores, ampliando ainda mais a escalada do conflito.
Além do território iraniano, bombardeios também foram registrados em Beirute, especialmente em áreas ligadas ao grupo Hezbollah. As explosões no sul da cidade reforçam a estratégia israelense de atuar simultaneamente em diferentes frentes da guerra no Oriente Médio.
A ofensiva ocorre sob o comando do primeiro-ministro Benjamin Netanyahu, que tem sido alvo de críticas internas. O líder da oposição, Yair Lapid, afirmou que os ataques acontecem sem planejamento adequado e com número insuficiente de soldados, enquanto o próprio Exército reconheceu a necessidade de reforços.
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Do outro lado, a Guarda Revolucionária do Irã respondeu com ataques de mísseis e drones contra alvos em Israel e em países do Golfo que abrigam bases dos Estados Unidos. No Kuwait, portos estratégicos foram atingidos, causando danos materiais, mas sem registro de vítimas.
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A tensão aumentou ainda mais após ameaças do Irã de atacar hotéis no Oriente Médio que hospedem militares americanos, ampliando o risco para civis. O conflito, iniciado no fim de fevereiro, também envolve tentativas de negociação mediadas por outros países, enquanto o presidente Donald Trump alterna entre ameaças militares e sinais de possível acordo.