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Itália registra 41 mortes e 594 casos do vírus do Nilo Ocidental
Foto: Reprodução

Boletim aponta 306 pacientes com a forma neuroinvasiva da doença; circulação já foi identificada em 79 províncias

A Itália registrou 594 casos e 41 mortes provocadas pelo vírus do Nilo Ocidental em 2026, segundo os dados mais recentes divulgados pelas autoridades de saúde. O avanço da doença tem chamado atenção durante o verão europeu, período em que aumenta a circulação dos mosquitos transmissores.

 

A febre do Nilo Ocidental é transmitida principalmente pela picada de mosquitos infectados, que contraem o vírus ao entrar em contato com aves contaminadas. A doença não costuma ser transmitida diretamente de uma pessoa para outra em situações de contato cotidiano.

 

Na maioria dos casos, a infecção provoca poucos sintomas ou nenhum sinal perceptível. Quando aparecem, os sintomas podem incluir febre, dor de cabeça, dores no corpo, náuseas, vômitos e manchas na pele. Em uma pequena parcela dos infectados, porém, o vírus pode atingir o sistema nervoso e provocar complicações graves, como encefalite e meningite.

 

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O aumento dos registros na Europa vem sendo acompanhado por especialistas, que apontam fatores ambientais, incluindo temperaturas mais elevadas e mudanças nas condições climáticas, como elementos que podem favorecer a expansão dos mosquitos e ampliar o período de transmissão. A doença também já foi identificada no Brasil, onde autoridades mantêm sistemas de vigilância para acompanhar novos casos.

 

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Não existe, até o momento, vacina de uso humano nem tratamento antiviral específico contra o vírus do Nilo Ocidental. A prevenção é baseada principalmente na redução do contato com mosquitos, com uso de repelentes, roupas que protejam a pele, telas e eliminação de locais com água parada que possam servir de criadouro. 

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