Banco afirma que operação foi financeira, enquanto reestruturação inclui mudanças na gestão e no conselho do jornal.
O Itaú Unibanco confirmou participação em uma operação financeira envolvendo o jornal O Estado de S. Paulo, conhecido como Estadão, mas negou qualquer interferência em decisões editoriais do veículo.
Em nota, o banco informou que investiu R$ 15 milhões por meio da compra de debêntures emitidas pelo Grupo Estado em 2024. Segundo a instituição, a operação faz parte de um processo de reestruturação de dívidas, realizado em conjunto com outras instituições financeiras, dentro de condições normais de mercado e seguindo regras regulatórias.
O Itaú destacou ainda que esse tipo de investimento não concede poder de gestão ou influência sobre o conteúdo jornalístico. “A debênture bancária não confere participação administrativa, presença em conselho ou ingerência editorial”, afirmou.
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Apesar disso, a operação integra um movimento mais amplo que reuniu bancos e empresários para reequilibrar as finanças do jornal, que acumula prejuízos significativos. O grupo injetou cerca de R$ 142 milhões na empresa, que já havia registrado perdas de R$ 159 milhões e, mais recentemente, um novo prejuízo de R$ 16,8 milhões em 2025.
Como parte do acordo, houve mudanças na governança do Estadão. Representantes dos investidores passaram a integrar o conselho de administração ao lado de membros da família Mesquita, tradicional controladora do jornal. Entre os nomes indicados estão executivos com experiência no mercado financeiro e empresarial.
A reestruturação também resultou na troca do comando da empresa. Em junho de 2024, Erick Bretas assumiu como CEO, substituindo Francisco de Mesquita Neto, que passou a integrar o conselho.
Embora o banco negue qualquer interferência editorial, a participação no processo de reestruturação e na nova composição do conselho evidencia um papel relevante dos investidores na reorganização do grupo de mídia.O Itaú Unibanco confirmou participação em uma operação financeira envolvendo o jornal O Estado de S. Paulo, conhecido como Estadão, mas negou qualquer interferência em decisões editoriais do veículo.
Em nota, o banco informou que investiu R$ 15 milhões por meio da compra de debêntures emitidas pelo Grupo Estado em 2024. Segundo a instituição, a operação faz parte de um processo de reestruturação de dívidas, realizado em conjunto com outras instituições financeiras, dentro de condições normais de mercado e seguindo regras regulatórias.
O Itaú destacou ainda que esse tipo de investimento não concede poder de gestão ou influência sobre o conteúdo jornalístico. “A debênture bancária não confere participação administrativa, presença em conselho ou ingerência editorial”, afirmou.
Apesar disso, a operação integra um movimento mais amplo que reuniu bancos e empresários para reequilibrar as finanças do jornal, que acumula prejuízos significativos. O grupo injetou cerca de R$ 142 milhões na empresa, que já havia registrado perdas de R$ 159 milhões e, mais recentemente, um novo prejuízo de R$ 16,8 milhões em 2025.
Como parte do acordo, houve mudanças na governança do Estadão. Representantes dos investidores passaram a integrar o conselho de administração ao lado de membros da família Mesquita, tradicional controladora do jornal. Entre os nomes indicados estão executivos com experiência no mercado financeiro e empresarial.
A reestruturação também resultou na troca do comando da empresa. Em junho de 2024, Erick Bretas assumiu como CEO, substituindo Francisco de Mesquita Neto, que passou a integrar o conselho.
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Embora o banco negue qualquer interferência editorial, a participação no processo de reestruturação e na nova composição do conselho evidencia um papel relevante dos investidores na reorganização do grupo de mídia.