Senador afirma que saída foi em comum acordo com Lula e diz que vai se dedicar à defesa e à reeleição
O senador Jaques Wagner deixou nesta quarta-feira (24) a liderança do governo no Senado após ser citado em investigações da Polícia Federal que apuram supostas ligações com o Banco Master, ligado ao empresário Daniel Vorcaro.
A saída ocorreu após uma reunião de cerca de duas horas com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (Luiz Inácio Lula da Silva). Segundo o próprio senador, a decisão foi tomada “em comum acordo”, em meio à pressão política e às investigações em andamento.
Wagner era alvo de questionamentos após ter sido incluído em uma operação da Polícia Federal que investiga suspeitas de corrupção e lavagem de dinheiro envolvendo o Banco Master. Ele nega irregularidades e afirma que vai concentrar esforços em sua defesa e em projetos eleitorais.
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Em nota, o senador declarou que sua prioridade é comprovar inocência e atuar nas campanhas de reeleição dele próprio, do governador da Bahia e do presidente Lula. Aliados afirmam que a saída já era discutida internamente para evitar desgaste ao governo.
A investigação menciona movimentações financeiras e supostos benefícios ligados ao núcleo familiar do senador, além de apreensões realizadas pela PF durante a operação. A defesa de Wagner contesta as acusações e já apresentou recurso ao Supremo Tribunal Federal (Supremo Tribunal Federal), buscando anular parte das provas obtidas.
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O caso ainda está em fase de apuração e pode ter novos desdobramentos judiciais nos próximos dias.