Brasil registrou saldo positivo de mais de 54 mil vagas para aprendizes nos quatro primeiros meses de 2026
O programa Jovem Aprendiz alcançou o maior número de contratos ativos da série histórica no Brasil. De acordo com dados do Novo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Novo Caged), divulgados pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), o país registrou saldo positivo de 54.821 novos vínculos entre janeiro e abril de 2026.
Com o resultado, o total de jovens aprendizes empregados chegou a 726.025 em abril, superando o recorde anterior, que era de aproximadamente 715 mil contratos ativos.
A Indústria liderou a geração de oportunidades no período, com abertura de 35.751 vagas. Na sequência aparecem os setores de Serviços, com 7.613 novos contratos, Comércio, com 5.056, Construção Civil, com 5.050, e Agropecuária, com 1.351.
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As áreas de serviços administrativos e de produção de bens e serviços industriais concentraram a maior parte das contratações realizadas nos primeiros quatro meses do ano.
Somente em abril, o saldo positivo foi de 8.772 vagas. O Comércio respondeu pelo segundo maior volume de admissões no mês, atrás apenas da Indústria. Também apresentaram crescimento os setores de Serviços, Construção Civil e Agropecuária.
O programa é destinado a jovens entre 14 e 24 anos incompletos. Para aqueles que ainda não concluíram a educação básica, é obrigatória a matrícula e a frequência regular no ensino fundamental ou médio.
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A contratação como aprendiz exige que o jovem esteja matriculado em um curso de formação profissional oferecido por instituições reconhecidas e cadastradas pelo Ministério do Trabalho, como entidades do Sistema S, escolas técnicas e organizações sem fins lucrativos habilitadas.