Guilherme Torres da Silva, de 22 anos, morador do bairro Recreio Primavera, em Itapecerica da Serra, na Grande São Paulo, morreu no domingo (14). Último boletim do estado de São Paulo de segunda-feira, que ainda não contabilizava a morte de Guilherme, apo
Uma jovem de 22 anos morreu após passar quase dez meses enfrentando as graves sequelas causadas por uma intoxicação por metanol. A família acompanhava diariamente sua recuperação e compartilhava a rotina de tratamentos e desafios nas redes sociais, onde criou uma espécie de diário para mostrar a realidade enfrentada desde o incidente.
Desde a intoxicação, a jovem passou por longos períodos de internação, procedimentos médicos e sessões de reabilitação. Ao longo dos meses, familiares mobilizaram seguidores para acompanhar sua evolução e prestar apoio durante a luta pela recuperação.
As sequelas provocadas pelo metanol são consideradas graves e podem afetar diversos órgãos, além de causar danos neurológicos permanentes. Mesmo com o acompanhamento médico contínuo, o estado de saúde da jovem permaneceu delicado desde o episódio de intoxicação.
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A morte gerou comoção entre amigos, familiares e pessoas que acompanhavam a história pelas redes sociais. Diversas mensagens de solidariedade foram publicadas após a confirmação do falecimento, destacando a força demonstrada pela jovem durante o período de tratamento.
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O caso voltou a chamar atenção para os riscos da intoxicação por metanol, substância que pode causar complicações severas, incluindo perda de visão, danos neurológicos e até a morte. Especialistas alertam que a exposição ao produto exige atendimento médico imediato para reduzir o risco de sequelas permanentes.