Após anos enfrentando diagnósticos equivocados, uma jovem finalmente conseguiu identificar uma doença rara com o auxílio do ChatGPT. O caso chamou atenção ao evidenciar tanto o potencial quanto os riscos do uso da inteligência artificial na área da saúde.
A britânica Phoebe Tesoriere, de 23 anos, passou boa parte da vida lidando com sintomas sem explicação clara. Ao longo dos anos, recebeu diagnósticos como ansiedade, depressão e epilepsia, mas nenhum deles explicava completamente seu quadro clínico.
A situação se agravou após uma convulsão grave que a deixou em coma por três dias. Mesmo depois do episódio, médicos continuaram atribuindo os sintomas a causas psicológicas. Diante da falta de respostas, a jovem decidiu recorrer à inteligência artificial e inseriu todo o seu histórico de sintomas na plataforma.
Veja também

Dengue pode desencadear doença neurológica grave, aponta pesquisa
Além da memória: sinais do Doença de Alzheimer podem surgir em outras partes do corpo
O sistema apresentou algumas possibilidades, entre elas a paraplegia espástica hereditária, uma condição rara que afeta o sistema nervoso. A partir dessa sugestão, Phoebe procurou um médico e passou por exames mais aprofundados, incluindo testes genéticos, que confirmaram o diagnóstico.
Curtiu? Siga o PORTAL DO ZACARIAS no Facebook, Twitter e no Instagram.
Entre no nosso Grupo de WhatApp, Canal e Telegram
O caso reacendeu o debate sobre o uso de ferramentas digitais no auxílio a diagnósticos. Especialistas alertam que, embora a tecnologia possa ajudar a levantar hipóteses, ela não substitui a avaliação médica profissional e deve ser usada com cautela.