A jovem foi encontrada morta em cima da cama, usando apenas um sutiã, com uma toalha enrolada no pescoço
Uma jovem de 24 anos, identificada como Raissa Pereira da Silva, foi encontrada morta dentro de sua própria residência na manhã da última quinta-feira (9), no bairro Jardim Primaveras. O corpo da vítima, que trabalhava como garota de programa, estava sobre a cama com uma toalha enrolada no pescoço, apresentando sinais claros de enforcamento. O principal suspeito do crime já foi identificado e está sendo procurado pelas autoridades.
A identificação do agressor foi possível graças ao sistema de monitoramento por câmeras da casa, que era acompanhado à distância pela irmã da vítima. As imagens mostram o momento em que Rafael Pendloski Torres Galvão, de 20 anos, chega ao local e é recebido por Raissa. Pouco tempo depois, o suspeito é flagrado deixando o imóvel sozinho e fugindo em uma motocicleta, momento em que a família perdeu o contato com a jovem.
De acordo com a Polícia Civil, o suspeito ainda tentou ocultar provas ao danificar as câmeras de segurança instaladas no interior da residência. No entanto, ele não contava que os registros estavam sendo armazenados automaticamente em nuvem. O acesso a esses arquivos permitiu que os investigadores analisassem características físicas e tatuagens específicas de Rafael, confirmando sua autoria e facilitando a emissão do alerta de busca.
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O caso está sendo formalmente investigado como feminicídio. Equipes da Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) estiveram no local para realizar os procedimentos de praxe e isolar a área. O corpo de Raissa foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML) para a realização da necropsia, que deverá detalhar a dinâmica da asfixia e confirmar se houve luta corporal antes do óbito.
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Até o momento, Rafael Pendloski Torres Galvão permanece foragido e as forças policiais de Mato Grosso realizam diligências para localizá-lo. A polícia solicita que qualquer informação sobre o paradeiro do suspeito seja reportada anonimamente via 190 ou 197. O crime chocou a comunidade local pela frieza do agressor e pela rapidez com que o ataque ocorreu dentro de um ambiente monitorado.
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