Um crime brutal chocou a cidade de Charlotte, na Carolina do Norte (EUA), na sexta-feira (22). A jovem ucraniana Iryna Zarutska, de apenas 23 anos, foi morta de forma cruel dentro de um trem leve enquanto estava sentada mexendo em seu celular.
De acordo com testemunhas, ela foi surpreendida e esfaqueada no pescoço por Decarlos Brown Jr., de 34 anos. Logo após o ataque, Brown foi filmado proferindo frases de teor racista, aumentando ainda mais a revolta com o caso.
O assassino possui um extenso histórico criminal, com pelo menos 14 prisões anteriores por crimes como roubo e agressão. Além disso, sofre de esquizofrenia e outros transtornos mentais, mas, mesmo considerado perigoso, estava em liberdade.
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Em janeiro deste ano, Brown chegou a afirmar que “alguém havia colocado algo dentro do seu corpo para controlar sua mente”, mas, ainda assim, não foi detido. O caso reacendeu a discussão sobre as falhas nos sistemas de Justiça e saúde mental dos Estados Unidos, além de aumentar o temor em relação à segurança no transporte público.
Iryna havia deixado a Ucrânia em busca de segurança devido à guerra, mas acabou encontrando um destino trágico em solo americano. O crime gerou forte comoção internacional e provocou duras críticas às autoridades dos EUA pela falta de controle sobre reincidentes violentos e pela ausência de medidas eficazes no tratamento de pessoas com distúrbios mentais graves.
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A polícia de Charlotte segue investigando o caso, enquanto cresce a pressão popular por mudanças urgentes na forma como o país lida com criminosos perigosos e a segurança da população nos transportes públicos.
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