Comandante Pedro José teve a prisão preventiva decretada pela juíza do Plantão criminal Eline Paixão
Menos de um dia depois de pagar fiança e ser liberado para responder em liberdade o processo de homicídio culposo (quando não há intenção de matar), o comandante da lancha Lima de Abreu XV teve a prisão preventiva decretada pela Justiça.
Pedro José da Silva Gama, 42, estava no comando da embarcação que naufragou no Encontro das Águas, orla fluvial de Manaus, na tarde da última sexta-feira.
Até este domingo, 15, estavam confirmadas três mortes por afogamento e outras sete pessoas continuavam desaparecidas entre os rios Negro e Solimões, com as buscas em andamento pelas equipes de mergulhadores do Corpo de Bombeiros Militar.
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A juíza de Direito Eline Paixão e Silva Gurgel do Amaral Pinto, do plantão criminal da Comarca de Manaus decretou a prisão preventiva e determinando que o inquérito transcorra em segredo de justiça.

Mandado de prisçao foi cumprido e o comandante
da lancha Lima de Abreu XV já está à disposição da Justiça
No despacho a juíza determina ainda que a prisão preventiva de Pedro José ter como objetivo garantir a ordem pública e assegurar a aplicação da lei penal.
A tragédia aconteceu no início da tarde de sexta-feira, quando a lancha Lima de Abreu XV saiu do porto de Manaus, com destino ao município de Nova Olinda do Norte, com mais de 70 passageiros.
Oficialmente já são três vítimas fatais, encontradas no mesmo dia do naufrágio e neste domingo, os bombeiros continuam em operação para encontrar as sete pessoas desaparecidas, sendo três homens e quatro mulheres.

Seis das sete pessoas que ainda estão
desaparecidas no Encontro das Águas
O comandante da embarcação quase foi linchado pelos familiares dos passageiros mortos e os que sobreviveram, quando já estava preso e sendo escoltado e levado ao 1º Distrito Integrado de Polícia.
Seis dos sete desaparecidos já estão identificados pelo primeiro nome e são eles Romualdo, Renato, Fernando, Patrícia, Apoliana e Ana Carla.
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A prisão do comandante da embarcação foi decretada, a ordem judicial já foi cumprida e o comandante da embarcação que naugragou, também responde a um inquérito administrativo sobre Acidentes e Fatos da Navegação (AFN) instaurado pela Marinha do Brasil.

Fotos: Divulgação