Atacante deixou clara a vontade de sair da equipe Colchonera rumo ao Barcelona durante a Copa do Mundo
O atacante Julián Álvarez viveu um domingo de forte tensão no Atlético de Madrid. Depois do empate por 2 a 2 com o Villarreal, o argentino deixou o gramado sozinho, enquanto os demais jogadores se aproximaram das arquibancadas para agradecer aos torcedores. O técnico Diego Simeone confirmou que a decisão de afastá-lo da torcida partiu do próprio clube.
Álvarez começou a partida no banco e foi recebido com vaias e protestos quando seu nome apareceu no telão do estádio. Ele entrou no segundo tempo, mas continuou sendo hostilizado a cada participação no jogo. A reação da torcida está diretamente relacionada ao desejo manifestado pelo jogador de deixar o Atlético de Madrid.
Segundo Simeone, Álvarez não decidiu abandonar os companheiros após o apito final. O treinador explicou que funcionários do clube determinaram que o argentino não acompanhasse o restante do elenco na tradicional saudação aos torcedores, justamente para evitar que a situação se agravasse diante do clima de revolta nas arquibancadas.
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A crise começou a ganhar força depois que o atacante declarou publicamente que queria sair do Atlético para realizar o sonho de jogar no Barcelona. O clube espanhol, porém, não facilitou a negociação, enquanto o Barcelona e o Arsenal aparecem entre os interessados no argentino. A situação também provocou atritos entre a diretoria atleticana e o empresário do jogador.
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Com o mercado de transferências próximo do fim, o futuro de Álvarez permanece indefinido. Enquanto a diretoria tenta administrar a situação, a relação entre o atacante e parte da torcida ficou ainda mais desgastada após o episódio no Metropolitano. O companheiro Giuliano Simeone saiu em defesa do argentino e afirmou que o elenco continuará apoiando o jogador enquanto ele permanecer no clube.