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Justiça amplia controle sobre bens de Daniel Vorcaro e familiares em investigação bilionária
Foto: Divulgação

Medida judicial atinge mansões, jato, iate e investimentos no Brasil e no exterior

Uma decisão do juiz Adler Batista Oliveira Nobre, da 3ª Vara de Falências e Recuperações Judiciais de São Paulo, determinou o protesto contra a alienação de bens do ex-banqueiro Daniel Vorcaro e de seus familiares. A medida amplia o controle judicial sobre o patrimônio do grupo, investigado por suposta fraude bilionária.

 

Além de Vorcaro, a decisão também inclui seu pai, Henrique Vorcaro, e sua irmã, Natália Vorcaro. Com o chamado “protesto de alienação”, os bens não ficam bloqueados, mas qualquer venda deverá registrar a existência do processo judicial, garantindo que eventuais compradores tenham ciência da situação.

 

Na prática, isso impede que terceiros aleguem desconhecimento, o que facilita a recuperação dos valores caso a Justiça determine o ressarcimento de vítimas no futuro. A medida foi publicada no Diário de Justiça Eletrônico.

 

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Especialistas explicam que esse tipo de ação é preventiva e difere da penhora, já que não torna o patrimônio indisponível. Ainda assim, funciona como um alerta formal sobre possíveis riscos envolvendo os bens.

 

A lista inclui imóveis de alto padrão em cidades como São Paulo, Belo Horizonte e Rio de Janeiro, além de propriedades em Angra dos Reis e no exterior, como na Flórida, nos Estados Unidos. Entre os destaques estão uma mansão no Lago Sul, em Brasília, e um hotel de luxo em Campos do Jordão.

 

O patrimônio também inclui bens de alto valor, como um jato executivo modelo Gulfstream G700, avaliado em cerca de US$ 80 milhões, um iate de luxo e diversos veículos com restrições administrativas.

 

Além dos bens físicos, a decisão alcança participações empresariais e fundos de investimento ligados à família, com registros feitos em juntas comerciais e junto à Comissão de Valores Mobiliários (CVM), impedindo a transferência de cotas sem o devido registro judicial.

 

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A Justiça concedeu prazo de dez dias para que a defesa se manifeste. O levantamento dos bens foi realizado pela empresa responsável pela liquidação do antigo banco Master, no âmbito das investigações em curso. 

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