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Justiça concede liberdade provisória a PM que matou mulher durante ocorrência em São Paulo
Foto: Reprodução

O PM passou por audiência de custódia nesta sexta-feira. Ele foi afastado das atividades operacionais e das que exijam o porte de arma

A Justiça de São Paulo concedeu liberdade provisória ao policial militar André Coelho Maximo da Costa, preso após atirar e matar Camila Pereira da Silva durante uma ocorrência na quinta-feira (15), na capital paulista. A decisão foi tomada nesta sexta-feira (16), após audiência de custódia.

 

O caso aconteceu na Rua Mutinga, na zona norte de São Paulo. Segundo as informações divulgadas, a mulher estaria em um possível surto psicótico e portava uma faca quando os policiais chegaram ao local. Imagens da ocorrência mostram Camila avançando em direção aos agentes antes de ser atingida por um disparo efetuado pelo PM.

 

Apesar da liberdade provisória, o policial deverá cumprir medidas cautelares durante as investigações. Ele foi afastado das atividades operacionais e de funções que exijam o porte de arma de fogo, além de ter a obrigação de manter seu endereço atualizado perante a Justiça. O descumprimento das determinações poderá resultar em nova prisão.

 

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A Secretaria da Segurança Pública de São Paulo informou que a Corregedoria da Polícia Militar acompanha o caso e que foi instaurado um Inquérito Policial Militar (IPM). A arma utilizada pelo agente foi apreendida para perícia, e o local da ocorrência foi preservado para o trabalho das equipes de investigação.

 

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A defesa do policial considera que a prisão foi arbitrária e desproporcional. O advogado afirma que o agente agiu durante o exercício de suas funções e pretende demonstrar, ao longo da investigação, que a atuação ocorreu conforme os protocolos da corporação e em legítima defesa. As circunstâncias da morte continuam sob apuração. 

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