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Justiça determina prisão de médico por deformar pacientes em Goiânia e Distrito Federal
Foto: Reprodução

Wesley Murakami foi condenado em 2023. Ele é acusado de deformar mulheres em procedimentos estéticos, em GO e no DF

O Tribunal de Justiça de Goiás (TJGO) emitiu uma mandado de prisão contra o médico Wesley Noryuki Murakami, acusado de deformar pacientes durante procedimentos estéticos em Goiás e no Distrito Federal. O mandado foi emitido pela 8ª Vara Criminal de Goiânia, na última quinta-feira (1º/10).

 

O médico foi condenado em 2023 a 9 anos e 2 meses de prisão por lesão corporal gravíssima contra nove pacientes. À época, o magistrado Luciano Borges, apontou que as provas anexadas ao processo confirmavam as narrativas das vítimas. “Todo o acervo probatório corrobora que [elas] tiveram a integridade física ofendida, [sofrendo] deformidades permanentes em razão da conduta ilícita praticada pelo acusado”.

 

Como a decisão cabia recurso, Wesley chegou a apresentar uma apelação pedindo nulidade da ação, mas o pedido foi negado pela Justiça, que entendeu que a denúncia atendia aos requisitos legais.

 

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Até o momento, a Polícia Civil não confirmou a prisão de Murakami. Contudo, a PCGO realiza diligências para cumprimento da ordem judicial.

 

  LESÃO CORPORAL EM PROCEDIMENTOS ESTÉTICOS

 

Wesley Murakami é acusado de deformar rostos de pacientes durante tratamentos estéticos tanto em Goiás, como no Distrito Federal. De acordo com a polícia, os casos aconteceram entre os anos de 2013 e 2018 e deixaram pacientes com deformações permanentes no rosto e nos glúteos.

 

O médico teve seu exercício profissional cassado. Em 2024, um processo ético-profissional foi aberto pelo Conselho Regional de Medicina do Estado de Goiás e julgado pelo Tribunal Superior de Ética Médica do Conselho Federal de Medicina, que revisou o caso, mas decidiu manter a cassação.

 

Murakami chegou a ser preso em 2018. Na época, ele já havia sido condenado a indenizar em R$ 24 mil uma mulher que ficou com deformidades após passar por procedimento em Goiânia.
 

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Segundo dados do TJGO, Wesley Murakami respondia ao processo em liberdade até o mandado.

 

Fonte: Metrópoles

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